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Influencing à força toda


Ao criar uma campanha deve ponderar-se investimento e possível retorno - tanto a nível monetário como de reputação. Há, contudo, em quase todas as campanhas um fator difícil de medir, que é a reação do público. Tanto quem desenha as campanhas como quem as aprova está sempre a tentar prever o futuro - tarefa que, já o diziam a Maya e o Oráculo de Belline, geralmente não é fácil de cumprir. Mais ainda quando chamamos para as nossas campanhas elementos externos, que não controlamos, e que podem beneficiar muito a marca... ou o contrário: os influencers!


Aquela velha frase do "não existe má publicidade" já há muito foi desmontada. Quem trabalha na área sabe que não faz sentido, e há inúmeros exemplos por aí a mostrar o impacto negativo que uma má campanha tem sobre a marca, desde perda de valor em bolsa até ao pagamento de pesadas indemnizações (pesquisar Pepsi Kendall Jenner, Snapchat Rihanna ou H&M Coolest Monkey, entre outros).


Fonte: https://www.bernsteincrisismanagement.com/guest-post-lessons-hms-coolest-monkey-fiasco/


É por isso que é muito (mas mesmo muito!) importante escolher bem quem associar a determinada marca. Não podem ser só números de Likes e Views a ter em conta - temos de perceber o nosso público, aquilo em que se revê, e o próprio objetivo da campanha.


Toda e qualquer marca - muito ou nem tanto institucional - tem um público-alvo, pelo que apresentar-lhe um influencer, que nesse instante está a funcionar como uma "cara da marca", deve ter em conta esse mesmo público, deve cativá-lo.

Fonte: https://www.commbox.io/utilizing-influencer-marketing-to-deliver-awesome-customer-experience-the-definitive-guide/


Se tal não acontece, a campanha falhou... mesmo quando gera imenso buzz e earned media: afinal de conta não são os Likes quem compra produtos, são as pessoas que seguem a marca.

Sim, porque existe má publicidade, e usar influencers não pode ser à força toda...

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